Se ela soubesse quanta falta me faz. Se ela pudesse voltar os olhos para trás e ver que prometera nunca me abandonar... Eu não posso mais com isso. Não há comprimido que tire essa dor, nem esquecimento que rasgue todo amor. Eu fico aqui, às vinte para as sete da manhã, o coração crispado na mão, apertado, deixando o sangue escorrer por entre os dedos. Ela já não é a mesma. E as promessas ficaram num vão no tempo. A saudade é acessório d'alma. E o que a gente tinha se perdeu na imensidão de pernas desconhecidas e de um palavrório pretencioso, alheio. Quanta dor de cabeça! Uma enxaqueca insuportável de tanto chorar, a camisola engomada pelas lágrimas que afloravam da nascente agora tão inchada e vermelha, como uma rosa.
Dor nas costas, por horas sentada, abraçada ao joelho. A segunda vez que meu coração disparou numa palpitação, num descompasso e surgiu um cansaço e uma dor fina. Como no dia em que conheci Marcelo Rubens Paiva e ele me olhava. Medo. Medo de o coração parar. De desistir, de resvalar para o outro lado do mundo.


Dig - Incubus


We all have a weakness
But some of ours are easier to identify. Look me in the eye
& ask for forgiveness;
we'll make a pact to never speak that word again.
Yes, you are my friend.
We all have something that digs us,
at least we dig each other.
So when weakness turns my ego up
I know you'll count on the me from yesterday.
If I turn into another
dig me up from under what is covering
the better part of me.
Sing this song
remind me that we'll always have each other
when everything else is gone.
We all have a sickness
that cleverly attaches & multiplies
No matter how we try.
We all have someone that digs at us,
at least we dig each other.
So when sickness turns my ego up
I know you'll act as a clever medicine.
If I turn into another
dig me up from under what is covering
The better part of me.
Sing this song!
Remind me that we'll always have each other
when everything else is gone.
OK, each other... when everything else is gone.

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